Na dinâmica pela notícia, se você procura simpatia ampla, vai enlouquecer a si e aos demais, além de enganar muitos em todo tempo. Já se quiser informar com base em fatos e dados, entendendo haver uma responsabilidade além da ética comum, não terá unanimidade de satisfeitos, porém todos bem sabedores.
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Sobre a mudança dos comandos policiais militares em PE - Pelo direito de esbravejar... E só!
2/19/2017 07:11:00 PM
(É semelhante a uma conversa com a estátua, não a pessoa) Situação na Segurança Pública e milhares de comentários, compartilhamentos nas redes comunicativas, constatando o absurdo do aumento da violência, a falta de competência, vontade frouxa de reparar o estado de coisas. Isso lembra-me certa vez, quando apresentava um programa de generalidades, no sábado, e uma pessoa ligou querendo desesperadamente falar a respeito de um problema que não dizia respeito nem ao ao dia, horário e temática. Mesmo assim, aquela precisava desabafar: "Eu sei, mas deixe eu falar!". E deixei. Vinte e cinco minutos depois, já aliviada ela desliga, mas não sem antes eu advertir que ligasse na segunda-feira, para que conseguisse resolver seu problema. A resposta foi: "Deixa para lá". Quem ligara não queria ver solucionado o problema e (espero que não) assim não seguir a vida mais confortavelmente. E isso não fica por isso mesmo, a quem se opõe politicamente. É claro que aparece quem busque lucro político no estado de conflito em Pernambuco: "Veja o quê o governador não fez, deixou de fazer, etc. Eu tenho a solução" (não reproduzi fala de ninguém, apenas "conjecturei"). Daí esperamos algo que realmente faça diferença, uma ideia cem por cento inovadora, melhorada, no entanto a cantilena é a mesma: aumento de efetivo, inteligência eletrônica, salário compatível... Precisamos de pessoas que coloquem o ovo em pé sem que outros tenham visto e digam: eu sei fazer. Falar o quê se deseja é distante da concretização e, também, como está no título da postagem, não deve ser caso só para lamento popular. Isso passa pela mudança de paradigma cultural, a forma ideológica de organizar a segurança ou de abandoná-la, aumentando a sensação e a realidade de insegurança para que no grau máximo de desespero se aceite qualquer coisa, até a perda de liberdade social, desde que não se perceba mais a presença dos malfeitores.
Livros nas áreas de Filosofia, Política, Conservadorismo, História, Literatura, Religião, entre outras. Representante das editoras Vide e Ecclesiae. Contato: 81 9 9722 9704 / 9 9657 9928 / aeternuslivraria@gmail.com
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