Ontem, postei sobre um escândalo (que na verdade não passou de uma “conversinha” sem importância) na Alemanha, envolvendo a preparação de policiais de origem não-europeia e vindos de uma cultura incompatível com o mundo ocidental e com a democracia.
Hoje, deparo-me com a informação de que em alguns estados da federação, nas academias de polícia, 40% dos alunos em formação já são islâmicos.
Que as Academias de Polícia oferecem "curso extra" de língua alemã, pois os indigitados não dominam o idioma.
E agora vem a cereja do bolo: muitos destes futuros policiais têm antecedência criminal e estão respondendo pelos mais diversos delitos. Pasmem: até mesmo por tráfico de drogas.
Segundo o mais alto tribunal alemão, a antecedência criminal destas criaturas não tem o condão de afastá-los do curso de formação, já que “ é imprescindível dar-lhes o beneplácito da presunção de inocência, posto que não foram condenados e qualquer decisão em desacordo com este preceito, poderia ser interpretado como racismo ou discriminação ". Com isto, marginais estão sendo infiltrados na polícia alemã e em quantidade significativa.
Parece um movimento mundial, em que o judiciário age para proteger bandidos e para a implosão das instituições que suportam o Estado Democrático de Direito.
Eu pergunto: tem como isto dar minimamente certo?
A Alemanha se tornou um hospício governado por loucos.
Claudia Wild
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