Neologismos adequados

A presidenciável Marina Silva tem vocabulário criativo e adequado

Povos da floresta:
É como Marina se refere às populações nativas ou habitantes da Floresta Amazônica. São os indígenas, populações tradicionais, como ribeirinhos, extrativistas e seringueiros, muitos desses migrantes de outras áreas do país.

Florestania:
É o conceito de cidadania e organização dos povos da floresta, que convivem em harmonia com o ambiente em que vivem. Essa população sobrevive da floresta e cuida dela.

Socioambientalismo:
Ideia de políticas públicas ambientais envolvidas com as comunidades locais detentoras de conhecimentos e de práticas de caráter ambiental. Permite desenvolver a sustentabilidade de maneira ampla.

Economia verde:
Economia que contempla desenvolvimento sustentável, gerando emprego e renda ao mesmo tempo que remodela as estruturas que exaurem os recursos naturais.

Empregos verdes:
Trabalhos decentes em um mundo sustentável e com baixas emissões de carbono. Estão em praticamente todas as áreas, como construção civil, energias renováveis, agricultura, reflorestamento. Os setores mais promissores são reciclagem e biocombustíveis.

Inflexão civilizatória:
É, segundo Marina, o desvio de rota que é preciso fazer para criar uma nova “civilidade”, uma nova forma de convivência com o outro.

Poronga:

É uma espécie de chapéu de lata, com uma lamparina na frente, que o seringueiro põe sobre a cabeça para iluminar o seu caminho na floresta, quando sai para trabalhar, ainda de madrugada, no escuro. Marina Silva usa o termo para se referir à educação, que é necessária para iluminar os caminhos das pessoas.

Adjunto de solidariedade:
No Acre, o termo adjunto é sinônimo de mutirão, ajuda mútua, e deu nome a um programa de governo do Estado, voltado para a inclusão social.

Fonte: portal IG

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