Padronizações, estabelecimentos, posições, etc., sejam quais
forem os paradigmas, todos os temos em alguma proporção e não há mal em si tê-los.
Precisamos priorizar o que verdadeiramente traz-nos ao mundo da solidariedade,
do benefício mútuo, sem ser apenas uma política de fim de ano, de proposições
que não serão cumpridas na maioria, senão todas. Mudamos, não por necessidade,
mas por esquecimento, isso não deveria ser admitido. Mudança real consiste em
avaliar com profundidade, sinceridade e olhando ao redor nossos sentimentos,
atitudes, o que temos dito e até escrito e formar elos consistentes de
existência aos semelhantes, ao menos com os próximos. O viés nem sempre será
positivo; isso, o menos importante. O que fortemente interessa é nossa ação:
sabemos e fazemos como desejamos, não forçosamente. Há tantos contatos nesse
meio eletrônico, alguns conhecidos, outros nem tanto. Sem problema, pois quero
os melhores planos, pensamentos a todos que me cercam física ou virtualmente. O
bem querer ultrapassa fronteiras e independe de contrapartidas, sejam sinceras,
sejam apenas formalidades. Meu forte feliz Ano Novo, não com todas as
realizações, só as melhores.
Bots superam humanos e geram 57,5% do tráfego da internet
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Pela primeira vez na história, tráfego automatizado vence acessos orgânicos.
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