A perda de um homem capaz de transformar além do seus escritos, alguém cuja dimensão gráfica perpassa o comum, o cotidiano e consegue unir o clássico ao popular com uma capacidade de mudar quem dele se acerca, tornando-nos mais cultos, mesmo no populacho. Ele partiu, a obra ficou, eternizando-o. Quem já era referência literária em vida, há de ser marco gráfico-literário nas gerações que virão.
Ao mestre Ariano Suassuna.
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Há 6 horas


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