A perda de um homem capaz de transformar além do seus escritos, alguém cuja dimensão gráfica perpassa o comum, o cotidiano e consegue unir o clássico ao popular com uma capacidade de mudar quem dele se acerca, tornando-nos mais cultos, mesmo no populacho. Ele partiu, a obra ficou, eternizando-o. Quem já era referência literária em vida, há de ser marco gráfico-literário nas gerações que virão.
Ao mestre Ariano Suassuna.
Receita: fintechs agora devem seguir regras de transparência dos bancos
-
Receita Federal passou a exigir que fintechs sigam regras dos bancos quanto
ao envio de informações financeiras para coibir lavagem de dinheiro.
Receita:...
Há 34 minutos
0 Comentários