Comuníssimo nos meios políticos locais a expressão tem sido repetida como um efeito de estilo, mas a boa, útil e sempre gramática, no capítulo sobre regência apresenta uma ideia bem diferente sobre essa história sobre dizer de.
Comum é ouvir representantes políticos ou alguém relacionado a isso proferindo: "Quero dizer DA alegria, DA felicidade...". "Quero falar DA emoção..."
Se felicidade e alegria forem pessoas (Alegria, Felicidade), tudo certo, no entanto, não sendo, não diga de, não fale de. Diga a respeito (de, agora, sim!), fale sobre, etc.
O verbo falar e o dizer são transitivos diretos (sem intermédio da preposição) e indiretos (com preposição entre termos). O uso ou não da preposição se dá quando nos referimos ou à coisa, ou à pessoa.
Quem fala, fala com alguém, ou fala a alguém, ou sobre alguém, ou de algo, ou de alguém. Alguém é gente e algo não.
Quem diz, diz algo sobre algo ou alguém, ou diz de alguém algo.
Alegar que ninguém é "perfeito" relacionado à gramática normativa, até concordo, mas permanecer na "imperfeição" depois da compreensão é burrice!
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