Na capital Nacional do Pau Brasil existe uma situação com alguma semelhança. Há tempos que há duas ligas, ora uma, ora outra chegando ao executivo e em lugar de tecer observações "apaixonadas" por qualquer delas (porque sempre, sempre temos quem o faça de alguma forma), o resultado é o foco: surgimento de, cada vez mais outras vias.
Sim, sim, elas são ainda tímidas, dependentes bastante de valores e atividades relacionadas, entram em ação nos últimos meses das eleições a que concorrem e isso é um indicativo de sua fraqueza político-estratégica. Já se ensaiaram em mais de uma oportunidade em nomes pomposos, porém esfacelaram-se e como em abraço de afogado sequer chegaram a expressivas votações.
Bem, está virando o ano, em menos de três meses se avizinhará 2017 e a julgar os fatos de pelo menos dois grupos mais conhecidos, um nem tanto reunindo-se já neste 2016 e articulando, o panorama pode não ser o mesmo. Quem sabe o papel da Macedônia será de algum deles, mas para isso será necessário compromisso amplo e duradouro.


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