Os corpos das vítimas do atentado em Las Vegas ainda nem esfriaram e a esquerda já está tentando usar essa tragédia como desculpa para demonizar armas. Vamos aos fatos:
1) As armas utilizadas no ataque são de destruição em massa. Essas armas já são ilegais nos EUA, e de difícil obtenção até mesmo no mercado negro. Isso é forte indício de que quem planejou esse ataque sabia bem o que estava fazendo e provavelmente possuía ligações internacionais (como talvez, quem sabe, um grupo terrorista?) para obter o armamento.
2) Há inúmeros dados coletados que provam - sim, provam, não é uma especulação, é um fato - que quanto mais armas a população possui, menor é o número de mortes causadas por armamento.
3) Desarmamento nada mais é do que uma lei que torna ilegal a obtenção, comércio, e posse de armas. Mas mesmo com nossas políticas desarmamentistas, assaltos à mão armada ocorrem aos montes todos os dias no Brasil. Por que será? Talvez porque bandidos são, por definição, pessoas que não respeitam as leis.
4) O ataque foi orquestrado de modo a garantir o maior número de mortes possível. Uma mente doentia e cruel capaz de praticar tal ato não precisa de uma arma para matar, pois poderia tê-lo feito com facas, carros, caminhões, e qualquer outro tipo de objeto corriqueiro que para pessoas normais é inofensivo, mas pode ser fatal nas mãos erradas.
O problema NUNCA são as armas, e sim o que as pessoas fazem com elas.
Bruna Luiza.
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Atentado terrorista em Las Vegas deixa mais de 400 feridos e 50 mortos, homem de 64 anos efetuou disparos do alto do hotel Mandalay Bay contra público que assistia a um concerto de música country. Investigações apontam que foi mais um atentado promovido pelo ISIS. As imagens são de profunda tristeza e choque, tamanha a frieza e total descompaixão.
Uma “religião” que prega morte a não islâmicos não é religião, é uma seita para dominação e controle político. Não existe democracia, não existe tolerância, não existe compaixão, não existe amor ao próximo. Apenas sangue, ódio e luta para domínio mundial para instauração do governo totalitário islâmico, a implacável ditadura da Sharia.
Não temos cristãos pegando em armas e praticando ataques terroristas em mesquitas, não temos cristãos matando muçulmanos a facadas nas ruas, não temos cristãos usando carros ou caminhões para atropelar islâmicos em nome de Deus, o que seria total heresia. Quando me dizem que islã é uma religião de paz, sinto pelas milhares de pessoas mortas e pelas que ainda vão morrer pela cegueira, omissão e silêncio dos bons.
Letícia Catel.
Uma “religião” que prega morte a não islâmicos não é religião, é uma seita para dominação e controle político. Não existe democracia, não existe tolerância, não existe compaixão, não existe amor ao próximo. Apenas sangue, ódio e luta para domínio mundial para instauração do governo totalitário islâmico, a implacável ditadura da Sharia.
Não temos cristãos pegando em armas e praticando ataques terroristas em mesquitas, não temos cristãos matando muçulmanos a facadas nas ruas, não temos cristãos usando carros ou caminhões para atropelar islâmicos em nome de Deus, o que seria total heresia. Quando me dizem que islã é uma religião de paz, sinto pelas milhares de pessoas mortas e pelas que ainda vão morrer pela cegueira, omissão e silêncio dos bons.
Letícia Catel.
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Vocês sabem o que é uma pergunta capciosa? É uma pergunta com várias intenções e interpretações, feita com objetivo (explícito ou implícito) de comprometer a resposta e o entrevistado.
Um exemplo? Após o atentado terrorista recente nos EUA (terrorista porque o autor se converteu ao islã, mudou de nome, jurou lealdade ao grupo Estado Islâmico -- que assumiu a autoria do ataque), em que o americano Stephen Craig atirou em uma multidão e matou mais de 50 pessoas em Las Vegas, o portal G1 lançou uma enquete em seu site sobre o porte de armas.
A pergunta é "Você é a favor do porte de armas para qualquer pessoa?" As opções de respostas são "Sim" e "Não".
Percebam que, se você vota no Sim, os jornalistas irão dizer que você é a favor do porte e comércio irrestrito e deliberado de armas, o que inclui o atirador Stephen. Ou seja, vão te acusar de ser um facilitador de atentados como esse. Um cúmplice de assassinato.
Se você votar no Não (o que seria sensato, uma vez que ninguém em sã consciência é a favor do comércio e porte irrestrito e deliberado de armas de fogo), o resultado e feedback do jornal vai ser contabilizado como se você fosse a favor da proibição total.
Esse tipo de enquete deve ser boicotada e sua estratégia canalha deve ser denunciada.
Pedro Henrique Medeiros



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