
(Ou apenas dos gibis) Ontem, ao conversar com amigo sobre os conceitos do mapa da ignorância e horizonte de consciência e ainda lhe apresentar um autor e uma obra para entender melhor o assunto conversado, ele, já com mais de trinta, formado em história e leitor assíduo do que considera a fina flor da informação (e que não é), não só apresentou desconhecimento, como também não imaginava alguém ter produzido tais publicações.
Ele achou estranhíssimos autor e obra e, mesmo com minha insistência para que lesse, a fim de ampliar as ideias, disse-me com frouxa vontade que um dia iria ler. Curiosa atitude de quem pretende ter conhecimento total do que com tanta ênfase diz saber.
Ele afirma-se não esquerdista, mas toda a recusa, linguagem e pensamentos são... Esquerdistas. Ao longo das duas horas discorremos sobre o assunto.
Por fim, ao final do diálogo, senti-me como o Bart Simpson conversando com o Ajudante de Papai Noel. Para entender, assista ao espisódio, logo abaixo:
https://drive.google.com/file/d/0B3Io9ysS4pD-YjJTdkNpYmxzUHc/view?usp=sharing
Na ficção, Ajudante de Papai Noel conseguiu com muito esforço. Na real, ainda foi um blá, blá, blá.
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