Políticos que jogam o jogo do poder por trás das cortinas podem alçar cargos importantes no legislativo e judiciário, no executivo raramente.
Temer é um exemplo disso: chegou à presidência por um caminho de atalhos e sabe que jamais o alcançaria se dependesse do voto.
Presidentes da Câmara e do Senado, líderes de blocos, chefes de comissões e representantes de bancadas, são no legislativo o auge do caminho do poder para a esmagadora maioria. É isto até conseguir uma vaga de secretário, ministro, vice-governador, vice-prefeito ou vice-presidente, e arriscar a vida no executivo, no qual geralmente não se tem sucesso.
A regra pétrea do Poder Executivo é o capital eleitoral, o quórum, o carisma e o contato com o sujeito que vota.
Veja o caso do risível Rodrigo Maia: nem a própria mãe vai votar no sujeito, mas ele quer concorrer.
Maia é o sujeito que entra numa competição vestido de abacaxi e consegue ser classificado como uva-passa.
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