Os conservadores defendem a economia de mercado, mas não tomam os valores que emergem desse arranjo econômico ou os princípios que o fundamentam como os únicos que importam ou mesmo como os mais relevantes.
Para a perspectiva conservadora, aspectos da vida e da sociedade que não dependem do mercado são prioritários e merecem ser tratados como tal: é o caso da religião, da cultura, do matrimônio, da família, da educação e da segurança, que possibilitam a proteção da vida e da dignidade humana e nos dão um senso de propósito e de transcendência.
Esses aspectos não emergem da dinâmica de oferta e demanda e não são (nem podem ser) determinados pelo valor que possuem no mercado. Esses aspectos emergem da nossa apreciação daquilo que não pode ser comprado nem vendido: o senso de pertencimento (cultural, geográfico e étnico), o amor, a lealdade, a arte, a sabedoria e a transcendência — coisas que são fins em si mesmas e que, portanto, não devem servir ao mercado e sim serem servidas por ele.
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