Dobrando à Direita, atualização 2 (2023-2024)

 



A frase contida no Twitter: "Esse estado DESGRAÇADO de coisas ainda tem saída... em 1 ano e meio não terá mais. É aquela história... em 1 ano e meio pode não melhorar nada, mas piorar pra irreversibilidade... o papel dos eleitos desta legislatura é atuar como muralha e nos 2 primeiros anos não deixar avançar o socialismo nas capitais (municipais). Se na eleição do ano que vem a gente perder de vez as capitais, já era...." - Steh Papaiano, é mote e a coincidência do segundo post desta série de atualizações.

O conteúdo da imagem do post já deveria ter sido implementada desde 2013, mas adiada 14, 16, 18, 20, 22 e neste 23, relembrada. E não é que não se tenha tentado, mas pensar só em eleição imediata e só em eleição por parte de grupos, indivíduos mais abastados resulta no atual estado das coisas. Apontando entraves e atitudes:

1. Pessoal que enxerga a oportunidade de lucrar, os "dinheiristas", e nada mais. Criam-se foros, institutos, cursos que supõem discutir e levar adiante o legado de pensadores, preparar pessoas à militância (inteligente), etc., e têm sido mais para projeção midiática e contribuição financeira;

2. Pessoas comuns que fazem alguma ideia do que está acontecendo, e a reação delas têm sido de atender aos influencers, dando audiência, like a estes, cada vez mais enredadas em uma "História sem fim" - tiquetaques, veja bem, é agora, os adversários estão desesperados, etc. Como tornou-se uma novela, não há quem perca o capítulo seguinte;

3. Picaretas são (mais) ousados e escandalosos. O homem comum  demora a ver quem e como são. Por isso certa insistência dos que não são é bem-vinda;

4. Quem viveu sob cultura esquerdista, ainda que a negue de boca e acredite não fazer parte - daí começando a discutir "gênero", divisão do trabalho por cor, como algo em todo o lugar, majoritário, não reconhece o problema - como irá tratá-lo? Não irá;

5. Reconhecer as poucas (existem, sim) e sérias iniciativas contraculturais, a maior parte presente nas redes sociais, sites, blogs, etc. Vamos a oito, por enquanto:

- Site Senso Incomum;
- Terça Livre, no site Locals;
- Instituto Borborema;
- Jornal Brasil Sem Medo;
- Curso Online de Filosofia (COF);
- Blog Generalidades;
- Inteligência Analítica;
- Instituto Rothbard.

Mas, você não pode apoiar financeiramente todos, não é isso? Se for o seu caso (a cervejinha não falta, não é? A toscana do fim semana, então, nem se fala...) Então, eduque-se, financie-se a partir da autoeducação e daí faça sua contribuição a esses.

Quanto à imagem-título, um desdobramento explicativo:

1. Pessoas que estão no primeiro ponto constantemente participam dos demais. Um erro estratégico por se ocupar com atividades que concorrem às outras, cansando, desviando da atribuição, e isso acontece por ausência de indivíduos nos demais;

2. Assim como leva bastante tempo para organizar o primeiro ponto, o segundo demora pelo programa, local e recursos, além de os participantes: a. concentrarem-se no que são e farão e, b. não se intrometerem no patamar acima, para não atrapalhar a própria atividade. Acima não é lugar de curioso, fingidor de saber;

3. Atividades e meios decisórios, próximos à população, influenciadores - Clube de mães, entregadores do Programa de leite, Associações de Moradores, Conselho Tutelar, Programa de rádio, Perfis de Instagram, Twitter, etc., cargos eletivos.

4. Todo pleiteador associado precisa ter seu nome e imagem saturados em qualquer local, ser conversa em cada esquina, ter sua divulgação em mensagens no Direct, Caixa de recados, etc., quanto a quem o pleiteador é, o que propõe e o quão positivo é tudo isso a ser mostrado.

5. Entenda o porquê de não haver muitos e bons "Bunkeres". Eles não se sustentam sem apoio financeiro coletivo, individual, de outra ordem. Logo, não sendo assim, os componentes farão outras coisas, atrasando, pausando ou encerrando as atividades.

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