Em 1959, Fidel Castro foi líder de uma Revolução sangrenta em Cuba, que culminou num Golpe de Estado que retirou Fulgêncio Batista do poder e implantou o comunismo na ilha. 115.127 pessoas foram assassinadas de 59 pra cá, segundo o historiador e economista Armando M. Lago.
Fidel ficou no poder até 2006, quando, por questões de saúde e de idade, passou o poder para seu irmão, Raul Castro. Agora, em 2018, provavelmente por questões de saúde e de idade também, Raul passa o poder para Miguel Díaz-Canel.
Todo mundo que estudou através de fontes sérias sabe disso, mas nos livros do MEC e na mídia brasileira, todos esses 3 sujeitos são chamados de 'presidentes'. É um negócio tão surreal que chega a dar um vontade de bater nos 'jornalistas' e 'historiadores'.
Assim como na Coreia do Norte, onde Kim Jong-Un é o único candidato em todas as eleições, Miguel Díaz-Canel também foi o único candidato em Cuba. A diferença é que Kim ganhou com 100% dos votos, e Miguel com 99,83%.
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