O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, do partido conservador, está desapontando os graúdos e os planos da elite da União Europeia.
Kurz anunciou que, inicialmente, fechará sete mesquitas e deportará todos os imãs radicais. Segundo ele, “na Áustria não existe lugar para sociedades paralelas e nem para o islã político”.
O jovem chanceler resolveu declarar guerra contra os planos de Merkel et caterva. Kurz aliou-se ao PM húngaro, Viktor Orbán, e não está disposto a continuar com o fracasso multiculturalista em seu país.
A Turquia já protestou contra as medidas “islamofóbicas” do país alpino. A imprensa engajada europeia está uma fera com a “intolerância” do chanceler.
Enquanto isso, a Alemanha discute como pode um “refugiado” usando nome falso, “fugir de volta” para seu país, depois de estuprar e matar uma alemã.
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